Projeção Mapping 3D

A palavra da vez é experiência. Profissionais de marketing estão investindo pesado nessa estratégia. Afinal, ela entrega resultados consistentes por meio da valorização do cliente. Atualmente, o marketing de eventos virou uma verdadeira caixa de surpresas capaz de provocar emoções reais. Entre as técnicas mais poderosas desse repertório está a Projeção Mapping 3D. Em outras palavras, uma ferramenta que transformou paredes, fachadas e até produtos em telas dinâmicas.

Com quase 20 anos de atuação em Live Marketing, a Mídias Inovadoras acompanhou de perto a consolidação dessa tecnologia no Brasil. Por isso, explica a seguir como ela funciona. Em seguida, mostra por que virou item essencial no planejamento de marcas.

O que é Projeção Mapping 3D

A Projeção Mapping 3D é uma tecnologia de projeção de vídeo. Nela, a imagem é mapeada sobre uma superfície física. Por exemplo, um produto, uma fachada, um palco, um carro ou até mesmo um prédio inteiro. Dessa forma, transforma esse objeto em um display interativo. Em outras palavras, a superfície deixa de ser apenas um suporte passivo. Em seguida, passa a responder à narrativa visual, reproduzindo formas, texturas e movimentos. Como consequência, surge a ilusão de que a estrutura ganhou vida.

De acordo com a Forbes, ativações com projection mapping geram em média 2,8 vezes mais conteúdo compartilhado nas redes sociais do que ativações visuais tradicionais.

Vale destacar que essa tecnologia não é nova. Por exemplo, suas primeiras aplicações datam do fim dos anos 1990, com o projeto “Displacements” de Michael Naimark. Em seguida, popularizou-se a partir dos anos 2000 com trabalhos pioneiros de estúdios como o Klein Dytham Architecture. Mais tarde, chegou o emblemático show “ISAM Live” do músico Amon Tobin, em 2011. Sem dúvida, é considerado por muitos o marco técnico da integração entre música e projeção mapeada. Desde então, o recurso evoluiu em resolução, precisão e interatividade. Inclusive, acompanhou a queda de preço dos projetores de alta luminância.

Da arte ao Live Marketing: a evolução da tecnologia

Inicialmente, o objetivo do projection mapping era estritamente artístico. Ou seja, projetar arte visual e potencializar shows de música ao vivo. Com o tempo, as marcas perceberam o potencial dessa linguagem como ferramenta de Live Marketing. Em seguida, começaram a incorporá-la em lançamentos de produto, eventos corporativos, ativações de rua e experiências imersivas em fachadas.

Segundo a Event Marketer, mais de 61% das ativações premiadas no EventEx Awards 2023 utilizaram alguma forma de projection mapping como elemento central da experiência.

O apelo é claro. A Projeção Mapping 3D encanta o consumidor com narrativas que parecem impossíveis. Por exemplo, prédios que se desmontam, produtos que ganham asas, logos que se materializam a partir do nada. De acordo com o Think with Google, conteúdos que combinam elementos físicos e digitais (o chamado phygital) têm taxa de retenção 48% maior do que vídeos publicitários convencionais.

Por que as marcas estão investindo

As empresas têm se mostrado cada vez mais interessadas na Projeção Mapping 3D. Sem dúvida, o retorno aparece principalmente nas redes sociais. Atualmente, elas viram o palco natural dessas ativações. Como consequência, surgem milhares de compartilhamentos, curtidas e vídeos espontâneos do público.

A Harvard Business Review documenta que estímulos visuais de grande escala ativam as regiões cerebrais ligadas à memória de longo prazo. Isso explica por que ativações com projection mapping costumam ser lembradas meses depois do evento. Além disso, dados da Nielsen mostram que 74% dos consumidores que vivenciam uma ativação imersiva tendem a recomendar a marca a amigos. Em contrapartida, apenas 30% entre os que veem anúncios tradicionais fazem o mesmo.

Do ponto de vista técnico, a execução depende de um alinhamento preciso entre software de warping (como MadMapper, Resolume Arena ou Watchout) e projetores de alta luminância. Por exemplo, tipicamente entre 20.000 e 40.000 ANSI lumens para aplicações externas. De acordo com a HubSpot, o ROI médio desse tipo de ativação fica entre 3 e 5 vezes o valor investido. Sobretudo, quando o conteúdo é pensado para ser compartilhável desde o briefing.

Como combinar com outras ativações

A Projeção Mapping 3D ganha ainda mais força quando combinada com outras soluções do portfólio da Mídias Inovadoras. Por exemplo, pode complementar ativações como a Foto Projeção Instagram, que integra o conteúdo do público ao palco. Além disso, combina com experiências fotográficas como Light Painting, Light Painting Cabine e 360 Infinity Mirror. Dessa forma, cria um percurso sensorial completo. Para quem quer dar um passo além, confira nosso guia de 5 tecnologias interativas para transformar seu evento. Quer avaliar se a Projeção Mapping 3D faz sentido na sua próxima ativação? Fale com a equipe da Mídias Inovadoras.

Referências para estudo

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