Marketing de Influência: você sabe o que é?

A ascensão dos influenciadores digitais transformou permanentemente o mercado de comunicação. Antes, marcas precisavam de orçamentos milionários para disputar espaço na mídia tradicional. Agora, têm acesso a audiências altamente segmentadas por meio do marketing de influência. Com quase 20 anos de experiência em ações de marketing experiencial, a Mídias Inovadoras acompanhou de perto essa transformação. Por isso, entende como integrar influenciadores a ativações presenciais para multiplicar o impacto de cada campanha.

Em termos objetivos, o marketing de influência é uma estratégia. Ou seja, envolve parcerias com pessoas reconhecidas como referências em seus nichos para promover marcas, campanhas ou produtos. Sem dúvida, trata-se de um método altamente eficaz tanto para construir reconhecimento de marca quanto para conquistar novos clientes. Especialmente em públicos que já não respondem à publicidade tradicional.

O crescimento do marketing de influência

O Brasil é um dos países com maior uso de redes sociais no mundo. Logo, isso cria um terreno especialmente fértil para o marketing de influência. Segundo relatório da Linqia, 86% dos profissionais de marketing brasileiros já utilizavam a técnica em 2017. Esse número só cresceu desde então.

Dados mais recentes confirmam a tendência global. A HubSpot aponta que o mercado mundial de influencer marketing atingiu US$21 bilhões em 2024. O crescimento anual médio é de 29%. Além disso, segundo a Salesforce, 71% dos consumidores afirmam que recomendações de influenciadores em quem confiam impactam suas decisões de compra. Inclusive, mais do que anúncios tradicionais. Confira também nosso artigo sobre engajamento de marca para entender como integrar essa estratégia ao planejamento.

Quem são os influenciadores

Por muito tempo, as estratégias de marketing dependiam do poder das celebridades tradicionais. Atores, esportistas e apresentadores eram os protagonistas. Contudo, a internet democratizou a influência. Hoje, um criador de conteúdo especializado em finanças, tecnologia ou gastronomia pode ter mais impacto em seu nicho do que uma celebridade de alcance amplo e relevância difusa.

Atualmente, os influenciadores modernos se classificam por tamanho de audiência: nano (até 10 mil seguidores), micro (10 a 100 mil), macro (100 mil a 1 milhão) e mega (acima de 1 milhão). Vale destacar que cada categoria tem características distintas de engajamento e custo. Segundo a Sprout Social, influenciadores micro têm taxas de engajamento de 3 a 5 vezes maiores do que influenciadores com audiências massivas. Por isso, são especialmente eficientes para marcas com públicos bem definidos.

Para marcas que atuam no segmento de eventos, a combinação entre influenciadores digitais e ativações presenciais é especialmente poderosa. Nesse formato, o influenciador cria conteúdo em tempo real no evento, ampliando o alcance orgânico da ação.

Como funciona a conexão com o público

A relação entre influenciadores e seguidores é fundamentalmente diferente da relação entre celebridades e fãs. Nesse contexto, a base dessa conexão é a autenticidade percebida. Em outras palavras, as pessoas seguem influenciadores porque se identificam com seus valores, estilo de vida ou área de interesse. Dessa forma, surge um ambiente de confiança no qual as recomendações têm peso real.

Atualmente, há ferramentas analíticas avançadas — desde plataformas de social listening até relatórios detalhados de audiência. Por isso, é possível identificar com precisão quais figuras são mais eficientes para cada perfil de público. Segundo pesquisa da McKinsey, campanhas que usam dados de audiência para selecionar parceiros geram ROI 11 vezes superior ao das campanhas de mídia tradicional. Saiba mais em nosso guia de redes sociais para eventos.

O segredo é a conexão real com o propósito da marca

De fato, a grande diferença entre o marketing de influência contemporâneo e as campanhas do passado é a exigência de autenticidade. Inclusive, consumidores modernos percebem rapidamente quando uma parceria é forçada ou puramente comercial. Consequentemente, o efeito pode ser o contrário e prejudicar a imagem de ambas as partes.

Um caso emblemático no Brasil aconteceu em 2016. Naquela ocasião, a Coca-Cola criou uma campanha para os Jogos Olímpicos do Rio. Em vez de contratar celebridades genéricas, a marca deu poder criativo a um time de influenciadores. Inclusive, eles desenvolveram até mascotes fictícios para o evento. A ativação reuniu Felipe Castanhari — criador do Canal Nostalgia, com 12,5 milhões de inscritos — e Julio Cocielo, do CanalCanalha, com mais de 19 milhões de seguidores. Em paralelo, Pathy dos Reis, Lucas Rangel e Mauro Nakada também integraram a iniciativa.

Segundo a Forbes, campanhas baseadas em co-criação com influenciadores geram 3,5 vezes mais engajamento. Já a comparação se dá com aquelas em que o influenciador apenas publica conteúdo fornecido pela marca. A Harvard Business Review confirma ainda outro ponto. A combinação de experiências presenciais com influenciadores digitais é uma das estratégias de marketing com maior ROI comprovado atualmente.

Diante disso, ativar influenciadores em eventos com tecnologias interativas e Selfie com Realidade Aumentada cria conteúdo espontâneo e de alta qualidade. Consequentemente, esse conteúdo se propaga organicamente, multiplicando o alcance do investimento. Quer integrar o marketing de influência às suas próximas ações? Fale com a Mídias Inovadoras.

Referências para estudo

  • Linqia — The Value of Influencer Content 2017: 86% dos profissionais usaram a técnica
  • HubSpot — mercado global de influencer marketing: US$21 bi em 2024
  • Salesforce — State of Marketing: recomendações de influenciadores vs. anúncios
  • Sprout Social — engajamento de influenciadores micro vs. mega
  • McKinsey — ROI de campanhas com seleção baseada em dados de audiência
  • Forbes — co-criação com influenciadores e engajamento
  • Harvard Business Review — ROI de experiências presenciais com influenciadores

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