Duas tecnologias, uma mesma missão: transformar o comum em extraordinário. Sem dúvida, a realidade virtual e a realidade aumentada em eventos hoje representam a fronteira mais avançada do consumidor. Ademais, a distância entre o que era ficção científica e o que dá para implantar no seu evento nunca foi tão pequena. Por isso, a Mídias Inovadoras desenvolve e aplica essas tecnologias em ativações de live marketing há mais de 20 anos. Em seguida, acompanha cada avanço do setor.
O que é Realidade Virtual (RV)?
A Realidade Virtual cria um ambiente completamente sintético e imersivo. Nesse ambiente, o participante entra por meio de óculos (headsets) de RV. Em muitos casos, usa também fones de ouvido e controladores hápticos. Dentro desse cenário, o usuário se move, interage e explora como se estivesse em outro lugar. Por exemplo, pode estar no fundo do oceano, dentro de uma fábrica do futuro ou no palco de um evento que ainda não aconteceu. Segundo a Gartner, as tecnologias de realidade estendida (XR) já incluem RV. Além disso, estarão presentes em mais de 70% dos grandes eventos corporativos globais até 2027.
O que é Realidade Aumentada (RA)?
A Realidade Aumentada não substitui o mundo real. Em vez disso, o enriquece. Por meio da câmera de smartphone, tablet ou óculos específicos, o sistema sobrepõe elementos virtuais ao ambiente físico. Tudo acontece em tempo real. Por exemplo, um produto que ainda não existe aparece sobre a mesa da sala. Em paralelo, um personagem da marca surge ao lado do participante. Já um filtro dinâmico transforma a foto no estande. Vale destacar que a RA pode ser acionada pelo próprio smartphone do participante, sem equipamentos especiais. Dessa forma, amplia o alcance da ação e facilita o conteúdo orgânico. Inclusive, a Sprout Social aponta que posts com filtros de RA têm engajamento 60% maior que publicações convencionais.
Como Aplicar RV e RA em Eventos
A escolha entre RV, RA ou a combinação de ambas depende dos objetivos da marca e do perfil do público. Para experiências totalmente imersivas que exigem concentração (test-drives virtuais, tours de obra, treinamentos), a RV é mais indicada. Por outro lado, para ativações de alta escala, foto/vídeo compartilhável e interação espontânea, a RA se destaca. Ademais, as duas tecnologias se integram a estratégias phygitais que conectam o presencial e o digital. Nesse contexto, a Salesforce indica um dado importante. Empresas que integram canais físicos e digitais têm taxa de retenção 89% maior.
Como Medir o Sucesso das Ações
Os principais KPIs para ações de RV e RA em eventos são claros. Eles incluem: número de participantes, tempo médio de imersão, conteúdo gerado espontaneamente, leads captados e alcance orgânico nas redes. De fato, a interatividade é o grande diferencial mensurável dessas tecnologias. Inclusive, o Bizzabo aponta que eventos com tecnologia imersiva têm satisfação 40% superior. Por fim, em ações de selfie com realidade aumentada, o compartilhamento instantâneo torna a mensuração direta e precisa.
RV e RA Como Vantagem Competitiva
Em um mercado de eventos cada vez mais competitivo, a diferenciação é fundamental. Marcas que adotam RV e RA não apenas criam experiências melhores. Sobretudo, comunicam inovação de forma tangível. Vale destacar que a McKinsey traz um dado relevante. Empresas percebidas como inovadoras têm 2,5 vezes mais chance de serem escolhidas por consumidores. Por isso, com a Mídias Inovadoras, cada ativação de RV ou RA recebe objetivos claros de marketing de experiência. Em seguida, integra-se a soluções complementares para maximizar o retorno.